Como Criar E Manter A Auto-Estima E O Amor-Próprio – V

Deixemos de permanecer no puzzle dos relacionamentos autoritários e manipuladores para que as peças do puzzle das nossas vidas se encaixem na perfeição.

Abracemos o nosso verdadeiro eu e a harmonia interna.

Sejamos os nossos melhores amigos e iniciemos o processo para soltarmos a magnificência de cada um de nós 🙂

Lembra-te 🙂 avanços e recuos fazem parte do processo e cada pessoa tem o seu ritmo único.

Quanto mais críticos somos mais observamos os outros e a vida com negatividade – mais longo é o processo de evolução para nos libertarmos da crítica. Precisamos ser pacientes e gentis connosco próprios para que amar o nosso verdadeiro eu passe a ser o nosso novo padrão mental.

Quando abandonamos a crítica, o medo, a culpa, o ressentimento e a vergonha somos invadidos pelo sentimento de liberdade.

Independentemente das nossas experiências, compete, a cada um de nós, libertar-se da vitimização para abraçar, aqui e agora, o início de uma vida plena – cujo objetivo é alcançar tudo aquilo que está em sintonia com o nosso verdadeiro eu 🙂

Encetemos a mudança positiva, mudança esta, que passa pela substituição de pensamentos e, consequentemente, de sentimentos.

Conversemos connosco próprios 🙂

Permite-te encontrar as tuas respostas únicas e genuínas, às seguintes perguntas (lembra-te que as respostas podem não ser imediatas, irão surgir quando estás preparado para as receber):

  • Quem és?
  • Porque estás aqui?
  • Quais são as tuas convicções?

🙂 Lembra-te, as respostas não são aquelas em que te ensinaram a acreditar. As respostas não te são dadas pelas vozes dos outros, mas, pela tua voz interior 🙂 Tens, em ti, a humildade, a coragem e o poder de escutares o teu coração … … … Deixa o teu coração falar, sem medo 🙂 No princípio, pode parecer complicado, mas, se mantiveres, dentro de ti, esta determinação vais ver que se torna cada vez mais fácil.

  • Sentes-te merecedor de seres aceite tal como és? Se não, porque não te aceitas? O que te disseram, o que te fizeram para que isso tenha acontecido?
  • Sentes que não és suficientemente bom para alcançares o que gostarias? Porquê?
  • O que significa, para ti, amor-próprio?
  • O que significa, para ti, respeito?
  • Arrogância e vaidade são sentimentos de amor ou medo?
  • Uma vida equilibrada e amorosa começa dentro ou fora de ti?
  • Expressas, com facilidade, os teus sentimentos?
  • É mais fácil para ti expressar insegurança, medo , raiva, tensão, ressentimento, ciúme inveja, ou, expressar alegria, compreensão, amor, compaixão?
  • És compreensivo contigo próprio quando cometes falhas ou erros, ou, culpaste por isso?
  • O que significa, para ti, falhas e erros? Sentimento de derrota ou oportunidade de aprendizagem para superar obstáculos?
  • Aceitas os mais diversos aspetos de ti próprio?; Tais como: as tuas pequenas peculiaridades, os embaraços, as coisas que não fazes tão bem e, do mesmo modo, as tuas maravilhosas qualidades?
  • Quais são as tuas qualidades?
  • Quais são as tuas fragilidades que podes transformar em qualidades?

Sempre que as respostas te surjam, escreve-as num papel. Descobre, assim, os teus pensamentos. São pensamentos que te derrubam ou que te elevam?

🙂 por agora, ficamos por aqui, a lista já vai extensa 🙂 continuamos no próximo texto … 🙂

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